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sábado, 4 de julho de 2015

A Eucaristia na Carta Encíclica Laudato si'


Carta Encíclica Laudato Si', no. 236.
A criação encontra a sua maior elevação na Eucaristia. A graça, que tende a manifestar-se de modo sensível, atinge uma expressão maravilhosa quando o próprio Deus, feito homem, chega ao ponto de fazer-Se comer pela sua criatura. No apogeu do mistério da Encarnação, o Senhor quer chegar ao nosso íntimo através dum pedaço de matéria. Não o faz de cima, mas de dentro, para podermos encontrá-Lo a Ele no nosso próprio mundo. Na Eucaristia, já está realizada a plenitude, sendo o centro vital do universo, centro transbordante de amor e de vida sem fim. Unido ao Filho encarnado, presente na Eucaristia, todo o cosmos dá graças a Deus. Com efeito a Eucaristia é, por si mesma, um acto de amor cósmico. «Sim, cósmico! Porque mesmo quando tem lugar no pequeno altar duma igreja da aldeia, a Eucaristia é sempre celebrada, de certo modo, sobre o altar do mundo». A Eucaristia une o céu e a terra, abraça e penetra toda a criação. O mundo, saído das mãos de Deus, volta a Ele em feliz e plena adoração: no Pão Eucarístico, «a criação propende para a divinização, para as santas núpcias, para a unificação com o próprio Criador». Por isso, a Eucaristia é também fonte de luz e motivação para as nossas preocupações pelo meio ambiente, e leva-nos a ser guardiões da criação inteira.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Benção para a casa

Eis que estou à porta e bato:
se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta,
entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo.
Apocalipse 3,20
PEDIDO DE BÊNÇÃO PARA A CASA PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA

Vamos pedir a Deus, por intercessão de Nossa Senhora, a bênção para nossa casa. Nós queremos que Deus esteja presente nesta casa e na vida de seus moradores. Nosso Desejo é que Maria e José encontrem aqui acolhida carinhosa, e que vosso Filho Jesus permaneça sempre conosco.

sábado, 4 de agosto de 2012

Vocações: vocação sacerdotal


O cristão é chamado a assumir a sua missão dentro da Igreja. Para isso, há três tipos de vocações, das quais duas exigem uma especial consagração a Deus: a vocação sacerdotal e a vocação religiosa. Há também a vocação do leigo, que é chamado a ser outro Cristo presente no mundo nas diversas situações do dia-a-dia.

Quem é o Padre?
O que aconteceria se não houvesse padre em nossa paróquia? Não teríamos a santa Missa nem a Eucaristia. Não haveria ninguém para atender as Confissões e absolver os pecados, os enfermos não teriam a Unção dos Enfermos. Logo, a própria vida paroquial se tornaria muito mais difícil.

O padre é chamado a presidir os Sacramentos. É ele quem oferece o sacrifício da Santa Missa em nome de Cristo, absolve os pecados, dá a unção aos doentes, faz os batizados, assiste aos casamentos, aconselha, prega, orienta, corrige e ensina, faz muitas coisas mais.

Só que o padre é muito mais que isso.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Santa Missa




Na Quinta-Feira Santa, véspera de sua Paixão, Jesus reuniu-se com seus Doze Apóstolos e antecipou-lhes o seu sacrifício que em breve ocorreria. Ofereceu seu Corpo e seu Sangue na forma de Pão e Vinho, e deu a ordem aos Doze de que fizessem sempre o que Ele mesmo fizera.

A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
A celebração da Santa Missa envolve dois atos litúrgicos: a proclamação da Palavra de Deus, na Liturgia da Palavra, e a consagração do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Jesus, como ação de graças ao Pai por seus benefícios.

Na Santa Missa, somos alimentados pela Palavra de Deus que é revelada a nós (a Sagrada Escritura) na Mesa da Palavra (o ambão) e pela Palavra feita Carne, Jesus Cristo, que se dá a nós como alimento no pão e no vinho.

CONSAGRAÇÃO
As palavras de Jesus (“isto é o meu corpo”, “isto é o meu sangue”) não são apenas figuras de linguagem ou de comparação. Ao longo da santa Missa, o pão e o vinho se transformam realmente no Corpo e no Sangue de nosso Senhor, sem perder seu aspecto visível.

Na Eucaristia estão “verdadeiramente contidos, real e substancialmente, o Corpo e o Sangue, junto com a Alma e a Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo”.

EUCARISTIA
O sacramento da Eucaristia é o centro e o coração de toda a liturgia da Igreja. Nela se cumprem a missão que Cristo confiou aos apóstolos: “Fazei isto em memória de mim”.

I Cor 11,23-25: “De fato, recebi do Senhor o que também vos transmiti: na noite em que ia ser entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: ‘Isto é o meu corpo entregue por vós. Fazei isto em memória de mim’. Do mesmo modo, ao fim da ceia, Ele tomou o cálice e disse: ‘Isto é o meu sangue, o cálice da nova aliança. Todas as vezes que deles beberdes, fazei-o em minha memória’”.

A Igreja, em cada comunidade paroquial, celebra a Eucaristia como comunhão de ação de graças e como um compromisso pessoal a que o sacrifício de Jesus obriga.

Durante a celebração da Eucaristia, no momento da Consagração, é o próprio Jesus que se faz presente. É em seu Corpo e em seu Sangue que se convertem o pão e o vinho. Apesar de o pão ainda ter o sabor, a aparência, o formato, o cheiro de pão, contudo, já não é mais pão, mas Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho, que já não é mais vinho, mas Sangue de Cristo. A substância do pão e do vinho, o que faz com que eles sejam o que são, muda, mas o aspecto deles, os acidentes, que são secundários, permanecem os mesmos. É o que se chama de transubstanciação.

E em cada partícula do pão consagrado é Corpo de Cristo. O menor pedaço já é Cristo completo. Da mesma forma, cada gota de vinho possui Cristo por completo. Por isso, a comunhão sob uma só espécie possui o mesmo valor da comunhão sob uma única espécie.

Fonte: Apostila de coroinhas, Rodrigo Demetrio

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Milagre eucarístico de Itaúna - Brasil, 2004

No dia 8 de abril de 2004, a sacristã Aparecida Maria dos Santos, da paróquia São José do bairro Garcia, na cidade de Itaúna-MG, localizada a 85 km de Belo Horizonte, encontrou uma âmbula com hóstias em um cantinho da sacristia da igreja. Sem saber se estavam consagradas ou não, o padre Sebastião de Faria Ramos, vigário paroquial, orientou a sacristã a colocá-las em um recipiente com água para dissolvê-las. Porém, ao fazer isso, parte do material transformou-se em sangue, cujas amostras foram analisadas em diversos laboratórios e confirmadas como amostras de hemácias humanas.

No recipiente distingue-se um líquido avermelhado, composto pelo sangue diluído em água. Percebem-se duas massas avolumadas de carne, as quais seriam duas hóstias não-dissolvidas.

O bispo de Divinópolis, diocese à qual pertence a paróquia, apresentou as relíquias deste milagre à população e as colocou à veneração pública, considerando-as como “um sinal de Deus para chamar a atenção do mundo materialista”.